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O negócio dos incêndios confirmado por um Coronel

Quinta-feira, 11.08.16

O Coronel João Marquito, vogal do Conselho Nacional da Associação dos Oficiais das Forças Armadas deixou a seguinte mensagem na página do Facebook da associação que representa.

 

Coronel João Marquito (Vogal do Conselho Nacional da AOFA)

FOGOS / FORÇA AÉREA

Parece impossível... No final do século passado, enquanto o combate aos incêndios florestais foi uma "Missão", a Força Aérea Portuguesa operava os meios aéreos em Portugal, mas quando esse combate passou a ser um "Negócio" arrumaram-se os C-130, os kit MAFFS para os equiparem ficaram a apodrecer, os bombeiros exaustos, os meios de substituição não aparecem e... o flagelo continua.

 

Quais as vantagens? A centralização dos meios aéreos na Força Aérea com custos reduzidos para o erário público, bem como a poupança em termos de manutenção (dado o background existente) e uma logística dos meios incomensuravelmente mais rápida e operacional.

 

Parece que, conforme noticiado em 09jun2016, o MAI recusou entregar à Força Aérea, a gestão e operação dos meios aéreos de combate a incêndios, bem como os de emergência médica, optando por manter o atual estado de coisas, com várias entidades, várias frotas, cada uma no seu "interesse" e custos acumulados para todos, incluindo contratação dentro e fora do país.

 

Espanha, EUA, Grécia, Croácia, Marrocos, são exemplos de países onde os meios aéreos de combate a incêndios são operados pela Força Aérea local. Parece impossível...

 

 

 
 

 

 

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