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Liberdade de expressão - Ou o dia mundial da hipocrisia?

Quarta-feira, 14.01.15

Mais de um milhão e meio de pessoas se reuniram neste domingo na Praça da República, em Paris, em homenagem às vítimas dos ataques ao Charlie Hebdo, para celebrar a luta contra o terrorismo e a defesa da liberdade de expressão.

 

É a maior marcha da história da cidade e foi acompanhada por outras manifestações que reuniram pelo menos 600 mil pessoas em Lyon, Saint-Etienne e Perpignan. Além da França, diferentes regiões do mundo viram suas populações irem às ruas, como em Londres, Madrid, Bruxelas e Tóquio.

 

Neste domingo, Paris se tornou a capital do mundo e reuniu lideranças de mais de 40 países – entre os quais a chanceler alemã, Angela Merkel, o premiê britânico, David Cameron, o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e os líderes de Israel, Benjamin Netanyahu, e da Palestina, Mahmoud Abbas.

 

Manuel Valls, primeiro-ministro francês pelo Partido Socialista, convocou o mundo à manifestação dizendo que sua intenção era celebrar “o amor à liberdade e à tolerância” – e durante toda manhã foi possível ouvir liberté sendo ecoado repetidamente pela população francesa.

 

Mas, como Daniel Wickham aponta, muitos dos 40 líderes presentes na manifestação em Paris não morrem de amores pela liberdade de expressão como ecoavam. Wickham, um estudante da London School of Economics, enumerou em seu twitter uma lista de 20 líderes presentes na marcha e alguns de seus crimes contra a liberdade. Aqui, reunimos alguns deles.

 

 
 

 

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