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EDP e a lei da selva – Aqui só contam os números

Quinta-feira, 18.12.14

Reclamação de um cliente ao serviço de selvajaria da EDP… Leiam.

 

No passado mês de outubro 2014, deveria ter recebido a normal carta com os valores a pagar pelo consumo da luz, estranhei contudo que esta não tinha chegado prontamente. Liguei para a linha de apoio da EDP onde fora avisado que já tinha sido enviada, ao qual respondi que nada tinha recebido e requisitei uma segunda via, esta também nunca cheguei a receber.

 

Vim a descobrir mais tarde que o carteiro que faz a ronda nesta área costuma colocar a correspondência em sítios errados como e no prédio errado, e se não bastasse, coloca cartas e avisos de receção ao alcance de todos, ou seja, fora das respetivas caixas do correio. A 10 de dezembro recebi um SMS onde fui informado de que o meu abastecimento elétrico iria ser cortado.

 

Mais uma vez, liguei para o serviço a clientes da EDP onde fui informado dessa questão e também sobre a divida contraída em outubro. Prontamente expliquei a situação e aguardei, até que hoje, dia 17 de dezembro 2014 a luz fora cortada no período da manha, sem qualquer aviso (campainha), ou qualquer bater de porta. Ou seja, os senhores da EDP distribuição, entraram na minha propriedade e procederam ao corte do respetivo serviço sem que eu lhes tenha aberto a porta, visto estar em casa com a minha esposa e respetivos filhos, 3 meses e 8 anos.

 

Será de salientar que, quando remeti o problema aos CTT efetuei uma reclamação, bem como, também efetuei outra reclamação à EDP. De notar que devem ser as primeiras reclamações que efetuo nos últimos 20 anos.

 

Quando abordei a EDP telefonicamente a referir que não tinha sido notificado pela campainha da chegada do técnico. Disseram-me que era normal esse procedimento. Eu pergunto; será normal entrar em propriedade alheia, será esse um procedimento?

 

Ainda me disseram que possivelmente tocaram para outra campainha, acabei de falar com todos os moradores e segundo eles, ninguém tocou à porta, se calhar a porta estava aberta e como bons americanos que somos, entramos sem passar cavaco a ninguém.

A minha esposa ainda ouviu o técnico a fechar a porta do contador e a ir-se embora, eu e que já não o apanhei…

 

 

Voltei a reclamar com a EDP, pois 12 horas para a reativação do serviço é impensável, tenho uma criança de 3 meses com necessidades obrigatórias, não se mostraram sequer preocupados em acelerar esse processo. Já paguei o serviço e continuo sem luz.

 

É este o pequeno país em que vivemos, só tem leis e regras para os mais pequeninos...

 

Por: João Pereira em Portal da Queixa

 

 
 

 

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